roteador wireless di-524

Eu tentei (sem muito entusiasmo, confesso) hackear o roteador DI-524 que tenho aqui em casa para mudar/melhorar/fuçar/ferrar as coisas. Não consegui achar muito, principalmente pelo fato de que eu não estava com tanta vontade assim, mas achei algo bem interessante:

http://sry-for-my-english.blogspot.com/2007/05/problems-with-d-link-di-524.html

Uma página que ensina uns truqes a mais no DI-524. Em partiruclar, as URLs:

http://192.168.0.1/wlape.htm
http://192.168.0.1/extra.htm
http://192.168.0.1/rtab.htm

mostradas pelo autor do post NÃO são acessíveis por nenhum link da interface de administração.

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névoa

Que névoa é essa, que encobre estrelas?
Que névoa é essa, de Lua prateada?
Que 'sconde campos, sonhos e desejo,
Que umedece a alma em pranto alado?

Meu Deus que coisa é essa que habita
Em meu mundo agora, que bizarro
Movimento têxtil se desenha no céu,
E 'ngole tanto a Pégaso como a Ícaro?

Sinistra névoa em sinistra derrota,
Não passa ao largo, não vai de encontro,
Alvo manto saturnino, até o horizonte
Cobre, não persegue, e não some.

Angelical asa a pousar sobre a Terra,
A dividir no firmamento os ósculos prata
Das estrelas em seu negrume infinito,
Das negras almas sobre argêntea mata.

-- Alex Bandeira
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estrelinha

Hoje eu vi uma estrelinha no céu.
Riscou a noite por um instante:
Tocou o chão sabe-se lá onde,
Apagou-se em meio à escuridão.

Hoje eu vi uma estrelinha no céu.
Passou por mim quando eu voava,
Deu-me um sorriso rápido e partiu:
Foi em casa achar meu coração.

Hoje eu vi uma estrelinha no céu.
Veio gravitar meu mundo sideral,
Astronauta de sorrisos e saudades,
Veio arrancar de mim a solidão.

Hoje eu vi uma estrelinha no chão,
Brilhava em flor, em meu quintal,
Fez-me planeta, meteorito e lua,
Elipticamente seu, e ela sua.

-- Alex Bandeira
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menininha

Uma menininha.
Uma pequena mocinha,
De pequenas mãozinhas,
E pequenas dobrinhas.

Tantas lágrimas verteram
De meu riso, de meu soluço
Tanta alegria, que o Amor
Em rios desataram-se em tudo.

Uma menininha.
Pequenina flor de meu dia,
De noites, de historinhas,
De risadas e estrepulias.

"Tanto faz" disse hirsuto,
Mas em saber fez-se um canto
De risonhas vozes, adentrando
Em meu canto: "Minha filhinha!"

Ah, Deus, como é feliz
O instante em que pousar
Em seus olhos o olhar,
Em suas mãos dedilhar.

Uma menininha.

-- Alex Bandeira
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you are enormous

Para os que não estiverem sabendo, a Fe está grávida, já estamos quase no 5o. mês, e no fim de Novembro teremos uma menininha pela casa. Mais informações em breve.

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mudanças

Este blog ecziste. Ele veio do antigo, tem todos os posts do antigo, mas não é o antigo http://russoz.wordpress.com.

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II São Paulo Perl Workshop

Está se aproximando!!! :-) Um evento da comunidade, para a comunidade. Promovido pela São Paulo Perl Mongers, o II São Paulo Perl Workshop traz grandes nomes: Larry Wall (criador do Perl e grande influenciador de várias outras linguagens de programação), Brad Fitzpatrick (memcached, entre outros) e brian d foy (perl mongers, livros, inúmeros módulos no CPAN).

Faça já a sua inscrição! As vagas são limitadas!

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chove

Chove.
Um milhão e meio de gotas,
Apenas no último minuto,
Em meio metro de meias vidas.

Há tanto amor na chuva,
Amor que lava, que limpa,
Que queima velhas fotos,
Velhos medos, velhos dedos de
Velhos tempos.

Chove. Uma chuva fininha, constante
A molhar meus olhos, a mostrar
Meus sorrisos, meus abraços,
Meus lânguidos sentidos apurados.

Mais uma chuva em minha fronte,
mais um trovão em minhas costas.
Respiro fundo e sinto o cheiro
do mato molhado em meios momentos.

– Alex Bandeira

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por falar em perl

Duas indicações (na verdade são do mesmo autor, o chromatic), sobre Perl Moderno:

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opendata-br

Algum tempo atrás, surgiu na lista da São Paulo Perl Mongers, a idéia de fazermos algo que pudesse ser usado para extrair, analisar e consolidar dados públicos brasileiros. Toda a idéia de ter “governantes” escolhidos pelo povo, a despeito da nossa sofrida realidade, gira em torno da responsabilidade que eles têm para conosco. E é impossível que nós possamos cobrá-los de seus deveres se não tivermos informação. A informação é condição necessária para a nossa atuação como povo, ainda que não seja uma condição suficiente para isso. Mas é um excelente começo.

Com isso, surgiu a idéia do OpenData-BR, que apesar de ainda ter uma definição nebulosa e não sabermos exatamente que bicho que vai sair de lá, almeja prover um conjunto de ferramentas para programadores. O ferramental está, claro, sendo desenvolvido em Perl (Perl Muderno!!! Muderno!!!), o código-fonte é, naturalmente, livre, e quem quiser colaborar, o repositório fica no github.

Até o momento o nosso “alvo” de testes é o site Portal da Transparência do Governo Federal. Já estamos conseguindo extrair alguns conjuntos de dados, mas ainda não há muito sendo feito com eles.

<< All your data are belong to us >>

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